Parceria da escola e família
para formação de alunos com concepção cidadã.
Segundo
nossos estudos foi claro perceber que tanto os pais quanto os professores devem
reconhecer nas crianças e jovens suas potencialidades, de modo que se sintam
acolhidos e motivados bem como valorizados em relação a sua autoestima e
pensamentos. Claro que isso não quer dizer abandonar os limites e sim orientar
para o melhor caminho a seguir.
Atualmente
percebemos diferentes tipos de famílias nas escolas, cada um com o seu poder
aquisitivo específico, mas o que podemos verificar em geral são crianças e
jovens que poderiam ser mais reconhecidos afetivamente ou mesmo em relação ao
seu campo de ideias, ficando rebeldes de acordo com sua faixa etária
aparentemente sem causa, mas na verdade muitas vezes por carência afetiva ou
mesmo de valores que são fundamentais para sua formação de caráter.
Tal problemática se dá devido à sociedade
atual em que vivemos, ou seja, a grande maioria precisa trabalhar inclusive
mulheres que anteriormente possuíam um papel protetor de sua prole, levando a
transferência de algumas responsabilidades a outros setores, aos quais seus
filhos possam participar entre eles a escola.
Sendo
assim concluímos que apesar das famílias em geral possuírem um ritmo corrido,
alguns papéis básicos familiares e afetivos precisam ser resgatados, em
conjunto com uma escola menos conteudista e competitiva, para formar futuros
cidadãos com maior liberdade em relação aos pensamentos e mais seguros de seu
futuro em sociedade.
Referências:
Trechos da entrevista do Psicanalista
Joel Briman e o Psicoterapeuta Ivan Capelatto para o programa “Café
Filosófico” da TV Cultura.Disponível em:
Acesso em
16/06/2013.
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